Oficina Culinaria nham nham no Unimart Shopping: diversão e chocolate no mês das crianças

Oficina Culinaria nham nham no Unimart Shopping

Oficina Culinaria nham nham no Unimart Shopping: diversão e chocolate no mês das crianças.

Para quem ainda não sabe o Blog Tudo Sobre Nós é familia embaixadora do Shopping e aqui você sempre saberá em primeira mão todas as novidades desta super opção para a familia toda Unimart Shopping

No mês das crianças o Shopping Unimart inovou e trouxe gratuitamente a Oficina Gastronomica nham nham, evento onde as crianças pré cadastradas confeccionam cones de chocolate !

cones de chocolate na oficina nham nham
Cones de chocolate deliciosos

A atração chegou ao shopping no dia 07 de outubro e  transformou as crianças, de 03 a 12 anos de idade, em verdadeiros mestres-cucas.Eles criaram seus próprios cones de chocolates, aprenderam e  se divertiram muito.

O Chef ensinando aos mini chefinhos

Seguem as informações sobre o evento:

Oficina infantil “Nham Nham”

Quando: 07, 08, 12, 13, 14 e 15 de outubro, das 14h às 20h (40 minutos por oficina)

Classificação etária: 03 a 12 anos

Capacidade por oficina: 20 crianças

Local: Unimart Shopping Campinas – Corredor Coberto, próximo a escada rolante (Av. John Boyd Dunlop, 350 – Campinas)

No site as inscrições estão encerradas ! Tamanho foi o sucesso !!!!!!!!!!!

Nós amamos o Unimart Shopping!

Bibi em ação na Oficina
Bibi
Bibi se divertiu muito

mais fotos !

 

Gastronomia : Curiosidades e surpresas

Gastronomia : Curiosidades e surpresas

Colunista: O Diferentão, Chef Juan Hodar https://www.facebook.com/fiestaensucasa/?fref=ts

Muitas praticas que se tornaram comuns em nosso dia a dia não existiam antigamente, e muitas vezes a origem de certos pratos é divulgada de forma equivocada.

No reinado de Luís XIII(França) iniciou-se a preocupação por uma ordem de apresentação dos pratos, mas só no reinado de Luís XIV, foi abolida a pratica de colocar todos os pratos ao mesmo tempo na mesa, e então a partir dai era  seguida uma ordem: primeiro as sopas, depois as entradas, os assados, as saladas e, por fim as sobremesas, acredita-se que isso passou a ocorrer porque Luís XIV era uma pessoa que comia muito e apreciava em demasiado esse momento.

Os doces, que só eram servidos em festas, passaram a ser servidos todos os dias à mesa de Luís XIV, que apreciava muito os mesmos e mais tarde já faziam parte das mesas da Europa depois das refeições, sendo produzidos em grande variedade pela pastelaria francesa. Uma curiosidade: apesar de gostar muito de comer, ele comia com as mãos.

Nessa época, só os nobres tinham instrumentos especiais para cortar a comida. Os talheres eram considerados objetos de uso pessoal, e cada um tinha seu próprio estojo, levando no bolso para o caso de o anfitrião não ter talheres para os convidados. Esses estojos eram muito apreciados e significavam distinção.

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie.
O garfo

As menções a este prático utensílio gastronómico são mais antigas do que se possa talvez pensar. Já a Bíblia judaica referia um objecto semelhante no ano 600 a.C..

Apesar disso, acredita-se que a sua verdadeira origem terá ocorrido nas civilizações gregas e romana. Nessa altura o garfo possuía apenas dois dentes e era usado sobretudo para servir os alimentos e não para se comer de forma individual pois os alimentos, depois de cortados, eram comidos com as mãos.

Exemplo de garfos medievais

Em meados do século XI o garfo chegou à Europa através da filha do imperador Constantino VIII de Constantinopla, que trouxe um exemplar em ouro com dois dentes que usava para espetar a comida. Naquela época esse exemplar foi muito contestado pela Igreja pois assemelhava-se à forquilha, utensílio usado pelo Diabo nas representações clássicas. A Igreja defendia também a teoria que os alimentos, sendo dádiva Divina, deveriam ser comidos com as mãos, a forma mais natural e humana. A posterior morte da princesa que não abdicava do talher, veio reforçar estas crenças alimentadas pelo clero, que tiveram o efeito de que durante longo tempo este utensílio fosse proibido. fonte : http://origemdascoisas.com/a-origem-do-garfo/

O garfo é redescoberto oficialmente pelo restaurante La Tour D´Argent. Introduzido na Europa a partir do século XV, na Itália. Antigamente as pessoas comiam com as mãos, com o tempo surge uma espécie de garfo, com dois dentes, o qual as pessoas espetavam sua comida e facilitava assim a degustação.

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie.

Restaurante

Até metade do século XVIII, a palavra restaurant, em francês, significava apenas e especificamente “fortificante”. O termo era aplicado a caldos e gemadas destinados a fortificar, a reparar as forças após uma doença ou um grande esforço.

Em 1765, o Sr. Boulanger, dono de uma espécie de botequim, afixou na frente de seu estabelecimento uma placa com os seguintes dizeres “Boulanger vende restaurantes divinos”. Por seu tipo de estabelecimento, ele só podia vender caldos. Em 1786, se implanta o hábito da “mesa de hóspedes”, o que significava que os clientes poderiam passar a sentar-se à mesa do dono do estabelecimento para comer lá mesmo o prato comprado, em vez de levá-lo para casa. Entretanto, com a Revolução Francesa, tanto privilégios como corporações foram abolidos.

Com isso, os donos desses estabelecimentos puderam passar a preparar e servir, eles próprios, todo tipo de comida. Desde então, o estilo de estabelecimento firmou-se na França e se espalhou por outros países.

Curiosidades:Foto do blog sealbag Restaurante mais antigo do mundo - Madrid
Curiosidades:Foto do blog sealbag Restaurante mais antigo do mundo – Madrid

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie

Leonardo da Vinci

No século XIV e XV, ele possuía um restaurante, no qual foi inventado o Cardápio, pois nele existiam vários pratos, e para que seus clientes pudessem saber e provar seus diversos pratos, ele criou o cardápio no qual indicava e explicava cada prato feito em seu restaurante.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci

Leonardo Da Vinci, também inventou o guardanapo, pois ele quando comia macarrão, se sujava inteiro, e assim acabou inventando um método fácil para proteger-se quando comia.

Curiosidades : guardanapo mais um invento de Leonardo da Vinci
Curiosidades : guardanapo mais um invento de Leonardo da Vinci

Champagne

Surgiu em 1668, quando Dom Pérignon, abade de Hautvillers : https://pt.wikipedia.org/wiki/Abade , observou que o vinho das uvas da região de Champagne desenvolvia uma fermentação secundária, produzindo pequenas bolhas e gás.

Isso, até então, era considerado algo a evitar, um defeito do vinho.

Dom Pérignon, ao contrário, resolveu favorecer e controlar essa fermentação. Criou assim o que se chama método champenoise.

curiosidades : champagne
curiosidades : champagne

Fonte: Livro “De caçador a gourmet” de Ariovaldo Franco

Forma do Croissant

Vários autores afirmam ser o croissant originário de Budapeste https://pt.wikipedia.org/wiki/Budapeste.

Sua forma seria uma referência à lua crescente da bandeira otomana e lembrança da vitória húngara sobre o  invasor turco em 1686.

Curiosidades: bandeira Otomana e forma do Croissant
Curiosidades: bandeira Otomana e forma do Croissant

Fonte: Livro “De caçador a gourmet” de Ariovaldo Franco

Chantilly

O universo deve o creme a um cozinheiro incrível chamado Fritz Carl Vatel (1635- 1671), galicizado(passado para o francês) “François”Carl Vatel

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Vatel

Um chef, no sentido literal do título, que morreu cedo, aos 36 anos de idade. O suíço Vatel provocou a atenção dos senhores da casa palacial francesa de Chantilly e, jovem ainda, pelo seu charme e pela sua competência, ficou famoso nas cortes da França.

Impossível determinar se a preciosidade do feito aconteceu propositadamente ou acidentalmente.

Verdade que o leite da região de Chantilly, onde Vatel se alojou aos 27 anos de vida, era mais gorduroso e por isso mesmo, mais apropriado à bateção que o transformaria numa pasta vaporosa e densa. Vatel então adicionou açúcar e pronto! Maravilha! Eis que surgiu o creme Chantilly.

Curiosidades : Chantilly
Curiosidades : Chantilly

Fonte: “A cozinha Clássica” de Silvio Lancellotti

Strogonoff

Prato de origem russa. Seu nome original é Strogonov. No século XVI, na Rússia, os soldados levavam sua ração de carne, cortada em nacos, em grandes barris, debaixo de uma mistura de sal grosso e aguardente para preservar. Coube a um cozinheiro do czar, Pedro, o Grande, que era protegido do general Strogonov, melhorar e refinar a mistura. Com a Revolução de 1917 e a emigração dos russos, a receita chegou à França, onde foi refinada, chegando a receita atual.

Curiosidades :Strogonoff
Curiosidades :Strogonoff

 

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie

Teremos uma segunda parte destas curiosidades na próxima matéria, não perca!

Outback antecipa o Australia Day e presenteia clientes durante a semana

De 22 a 26 de janeiro, marca oferece drink por conta da casa para celebrar o dia mais australiano do ano

O Outback Steakhouse adiantou as comemorações do Dia Nacional da Austrália, celebrado em 26 de janeiro. A rede de restaurantes de temática australiana realizará a Australia Week e presenteará os clientes que comprarem um aperitivo ou um prato principal com um Margarita Trio, uma seleção especial de três mini-margaritas de sabores diferentes. A ação é válida de 22 a 26 de janeiro (exceto feriados), durante todo o dia, em todos os restaurantes da marca no Brasil. Para participar, o cliente precisará mostrar na tela do celular ou impresso o post oficial sobre a data publicado no Facebook ou no Instagram da rede – disponível a partir do dia 22/01. O Dia Nacional da Austrália celebra a chegada dos navios britânicos ao país, em 1788. A data é marcada por festejos e comemorações em terras australianas.Em Campinas, o Outback tem restaurantes no Iguatemi  Campinas, no Galleria Shopping e no Shopping Parque D. Pedro.

Serviço:

Australia Week Outback

Semana de comemoração ao Dia Nacional da Austrália

Quando: de 22/01 a 26/01 (exceto feriados)

O que: clientes que mostrarem o post do Australia Day no Facebook ou Instagram, ganharão um Margarita Trio, na compra de aperitivo ou um prato principal

Restaurantes participantes: toda a rede Outback no Brasil

Site: www.outback.com.br

 

Sobre o Outback Steakhouse

A rede Outback Steakhouse possui 83 restaurantes no Brasil, está presente em 36 cidades, 14 Estados brasileiros e Distrito Federal. No mundo está em 22 países entre Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no país foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion®, o Outback caiu no gosto do brasileiro graças à qualidade, fartura e sabor marcante da culinária oferecida somados à descontração no atendimento e as instalações aconchegantes.

Sobre a Bloomin’ Brands

Com sede em Tampa, na Florida, Bloomin‘ Brands, Inc. é uma das maiores empresas de restaurantes casuais do mundo, com cerca de 90 mil colaboradores e mais de 1.400 restaurantes em 20 países. A companhia é detentora das marcas Abbraccio Cucina Italiana, Outback Steakhouse, Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar, Bonefish Grill e Carrabba’s Italian Grill.

Serviço:

Outback Steakhouse Galleria Shopping

Rodovia D. Pedro I, km 131,5 – Estacionamento do segundo piso – Campinas – SP

Capacidade: 254 lugares

Telefone: (19) 3207-1509

Formas de pagamento: American Express, Diners, Credicard, Mastercard, Visa,
Dinheiro, Redeshop, Visa Electron, Maestro, Visa Vale, TR, Sodexo

 

Outback Steakhouse Shopping Iguatemi Campinas

Avenida Iguatemi, 777 – Estacionamento do primeiro piso – Campinas – SP

Telefone: (19) 3251-8350

Capacidade: 300 lugares

Formas de pagamento: American Express, Diners, Credicard, Mastercard, Visa,
Dinheiro, Redeshop, Visa Electron, Maestro, Visa Vale, TR, Sodexo

 

Outback Steakhouse Parque D. Pedro Shopping

Entrada da Ala das Flores – Rod. Dom Pedro, km 137 – Campinas – SP

Telefones: (19) 3756-9877

Capacidade: 270 lugares

Formas de pagamento: American Express, Diners, Credicard, Mastercard, Visa,
Dinheiro, Redeshop, Visa Electron, Maestro, Visa Vale, TR, Sodexo

Diferentão :10 passos para obter um arroz soltinho

Este post é nossa resposta ao pedido da leitora Janaina, que nos contou que faz doces e várias coisas na cozinha mas que nunca consegue fazer um arroz soltinho …

Pois então Janaina vou te contar um segredo : #tamojunto… Ontem eu tentei fazer um arroz novinho e soltinho pro jantar das crianças e o resultado foi péssimo..isso porque o Chef é meu marido #detalhe…

  • O negocio é parar de ser teimosa e aceitar as dicas de quem sabe

Vamos as dicas!

1- O primeiro passo é lavar os grãos… isso mesmo lavar.

Todo arroz mesmo o tipo 1 não é lavado da maneira correta, ele é lavado e seco em maquinas que eliminam apenas as impurezas mais pesadas, POR ISSO lave bastante os grãos, até a água ficar translúcida, para tirar o excesso de amido.

Se o líquido estiver esbranquiçado, é sinal de que ainda tem amido a ser dispensado.

2- Seque o arroz na peneira, antes de levá-lo para a panela.

Se ele ainda estiver bem úmido, refogue um pouco mais para os grãos ficarem BEM sequinhos e muito cuidado para não queimar nesse processo.

3- Na hora de refogar, nada de encher a panela de óleo. Um fiozinho, apenas para envolver os grãos, é suficiente.

4- É importante também que a gordura envolva todos os grãos sem encharcá-los na hora do refogado (que pode ser com cebola, alho ou o que você preferir).

Quando o arroz começar a dar aquela estaladinha, é a hora de colocar a água.

5- A medida mais usada pelo brasileiro é duas partes de água para  uma de arroz.  O ideal, porém, é usar 1 ½ partes de água para uma de arroz. Os grãos vão ficar “al dente” (cozidos, porém firmes) e muito mais soltinhos.

  • 6-  A água do cozimento pode ser ou não fervente. Isso não vai fazer diferença no resultado final.
  • 7- Cozinhe o arroz com a panela fechada. Tire a tampa apenas no momento em que ele for secar (quando já estiver cozido, mas restar um pouquinho de água entre os grãos).
  • 8 -Depois de o arroz ficar pronto, solte os grãos com um garfo para liberar o vapor que ficou entre eles, dentro da panela.
  • 9 – A panela usada não pode ser muito pequena. Normalmente o arroz aumenta bastante de volume – cerca de 50%.
  • 10 -Se você quiser manter o arroz quentinho porque os outros pratos ainda não ficaram prontos, embrulhe a panela em um jornal. Depois, é só dar mais uma mexida de leve com o garfo, para separar os grãos, e ele se manterá soltinho, soltinho.

Chef Juan Hodar  https://www.facebook.com/fiestaensucasa/

Coluna Gastronomia “Diferentão”: Como preparar Costelas de Cordeiro

Como Preparar Costelas de Cordeiro Atendendo a dúvida do leitor Ricardo Oliveira, segue nossa sugestão para uma Costela perfeita !

Costelas de cordeiro são simples de se fazer e são também uma boa opção para chefs iniciantes que pretendem servir um prato mais elaborado. 

Abaixo te dou 4 dicas de como preparar essa carne de sabor marcante na frigideira, panela, no forno ou na churrasqueira.

Ingredientes

Rende 4 porções​
8 costelas de cordeiro, descongeladas

1 colher de sopa de alho em pó

1 pitada de sal

1 pitada de pimenta-do-reino

1 cebola média picada

1 colher de chá de orégano

1 pitada de tomilho

 

Método 1 de 4:
Na Frigideira

 

1. Deixe a frigideira (antiaderente) esquentando no fogo alto, mais ou menos por 2 minutos. Para saber se está quente o suficiente, despeje uma colher de sopa de água na frigideira. Se ela evaporar na hora, é porque a temperatura já está no ponto.

2. Enquanto a frigideira esquenta, tempere as costelas. Esfregue o sal e alho, a pimenta e as ervas no cordeiro, tomando o cuidado de temperar os dois lados de cada costela. Dica: Para assegurar que o tempero fique por igual em toda a carne, misture os ingredientes em uma tigela antes de passar no cordeiro.

3. Deixe as costelas fritando por 4 minutos e depois vire e deixe fritando por mais 3 ou 4 minutos.Ao colocar as costelas na frigideira, elas devem fazer aquele chiado característico de carne fritando. Caso não haja chiado, é porque a temperatura da frigideira baixou. 

As costelas estão prontas para ser viradas quando a parte que está fritando já há um tempo fica com cor de amendoim com casca. É muito prático sempre ter um relógio na cozinha para você marcar o tempo. 

As costelas estão prontas quando estão amarronzadas por completo e, se espetadas com uma faca ou garfo, soltam um líquido transparente – não avermelhado.

4. Use um pegador de macarrão de aço inox em forma de pinça e que seja bem comprido para transferir as costelas da frigideira para uma travessa. Deixe uma tampa de panela em cima para que não esfriem. Nunca use um garfo para retirar a carne pois isso faz com que a carne perca seu suco e acabe ficando seca.

5. Refogue a cebola. Deixe na frigideira por 4 minutos, até que comecem a dourar.

6. Se você quiser, pode aproveitar o “queimadinho” que ficou no fundo da frigideira para fazer um molho. Coloque um pouco de caldo de carne na frigideira e vá mexendo até a parte queimada soltar toda. Deixe ferver até engrossar. Caso prefira um molho mais grosso, adicione ao caldo mencionado acima uma colher de sopa de maisena dissolvida em uma colher de sopa de água fria. Deixe ferver mexendo sempre.

7. Sirva as costelas quentes com o molho por cima.

 

 

 

Método 2 de 4:
Assadas

 

1. Aqueça o forno no fogo médio por meia hora (180 graus por uns 20 minutos). Forre uma assadeira com papel-manteiga.

2. Tempere as costelas. Esfregue o sal e alho, a pimenta e as ervas no cordeiro, tomando o cuidado de temperar os dois lados de cada costela. Caso prefira use apenas sal e pimenta, assim você terá o sabor da carne mais encorpado. Você pode também espalhar uma colher de sopa de azeite nas costelas para ajudar a dourar.

3. Coloque as costelas na forma. Jogue a cebola picada por cima e ponha para assar sem cobrir a carne. As cebolas não vão ficar bem torradinhas no forno, mas vão ajudar a dar mais sabor ao cordeiro. Se você não gosta de cebola, pode deixá-la de fora.

4. Deixe assando por 17 minutos, retire do forno, vire e deixe por mais 17. As costelas estão prontas quando estão amarronzadas por completo e, se espetadas com uma faca ou garfo, soltam um líquido transparente – não avermelhado.

5. Retire do forno e deixe as costelas “descansando” por 5 minutos. Você pode aproveitar a cebola picada transferindo-a da assadeira para uma frigideira com 1 colher de sopa de manteiga e deixá-la dourar por 3 minutos. Fica ótima servida por cima das costelas.

 

 

Método 3 de 4:
Na Panela

 

1. Use uma panela funda com tampa com capacidade para 3 litros. Enquanto a cebola refoga, tempere as costelas. Refogue a cebola com um pouco de azeite. Não deixe queimar.

2. Enquanto a cebola refoga, tempere as costelas. Esfregue o sal e alho, a pimenta e as ervas no cordeiro, tomando o cuidado de temperar os dois lados de cada costela.

3. Depois de refogar a cebola, coloque as costelas por cima da cebola dentro da panela. Deixe as costelas corarem um pouco (selar dos dois lados), despeje uma xícara de caldo de carne (um cubo de caldo de carne da sua marca preferida dissolvido em uma xícara de água quente ou caldo feito com carne e ossos) e tampe.

4. Deixe cozinhando por 2 horas no fogo baixo, mexendo de vez em quando apenas para evitar que o fundo fique queimado. A carne estará pronta quando você conseguir cortar usando apenas o garfo.

5. Sirva quente. Coloque as costelas em uma travessa e coloque o molho da panela por cima da carne.

 

 

Método 4 de 4:

 

Na Churrasqueira

 

1. Prepare o fogo. Para fazer a fogueira, distribua o carvão em 3 partes na churrasqueira. Uma faixa sem carvão, uma com apenas uma camada de carvão e outra com 2 camadas de carvão. Essa divisão serve para controlar a intensidade das brasas. Se ficarem altas demais (podendo queimar as costelas), é só transferir um pouco do carvão da faixa com mais carvão para a faixa sem carvão.

2. Tire a gordura do lado de fora da costela. É só cortar fora com uma faca afiada. Não se preocupe em tirar essa gordura porque a gordura que deixa a carne suculenta é a que está dentro da carne, formando uma “estampa” que lembra mármore. A gordura de fora só aumenta o risco de que as chamas fiquem altas demais e queimem as costelas.

3. Tempere as costelas, neste caso você pode usar os temperos, alho, sal e pimenta ou apenas usar sal grosso com pimenta do reino. Você pode também espalhar uma colher de sopa de azeite nas costelas para ajudar a dourar e dar mais sabor.

4. Hora de assar as costelas. Coloque-as sobre a grade da churrasqueira e deixe assando por 6 minutos, depois vire e deixe por mais 4 ou 5. Para virar as costelas, use um pegador de macarrão de aço inox. A parte mais quente da churrasqueira é a que tem as 2 camadas de carvão. As costelas estão prontas quando estão amarronzadas por completo e, se espetadas com uma faca ou garfo, soltam um líquido transparente – não avermelhado.

5. Sirva quente. Antes de servir, deixe as costelas cobertas com papel alumínio e “descansando” por 5 minutos.

 

 

Um molho que é frequentemente servido com cordeiro é o de hortelã.

A receita é simples: um maço de hortelãs, 1 xícara de azeite, 2 colheres de sopa de vinagre de vinho branco, 1 pitada de sal, 1 colher de sopa de açúcar e 4 colheres de sopa de água fervente.

Misture todos os ingredientes e junte com a água fervente.

Deixe esfriar.

 

Espero que as dicas sejam fáceis de preparar.

Nos mandem mensagens, queremos saber o resultado .

 

Um abraço 

Juan Hodar


Juan Hodar é Souz Chef graduado pelo IGA IGA

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